O cantor, músico e ator de 17 anos, possui uma energia vibrante e uma paixão pela música que transborda em suas performances. Desde o início da carreira, em 2020, tem se dedicado ao seu desenvolvimento, tendo estreado na TV aberta na 13ª temporada de “Reis”, da Record.
O cantor, músico e ator Sam Sabbá, de 17 anos, possui uma energia vibrante e uma paixão pela música que transborda em suas performances. Desde o início da carreira, em 2020, tem se dedicado ao seu desenvolvimento, pois sonha alcançar projeção internacional no cenário musical. Recentemente realizou um sonho: atuar em uma telenovela.
Sam estreou na televisão aberta na 13ª temporada da série “Reis”, da Record TV. Ele interpretou Malkiel, um jovem guerreiro. E descreve a experiência como um grande desafio na carreira. A preparação foi intensa para dar autenticidade ao personagem.
Além do trabalho de interpretação, ele destacou a necessidade de aprofundamento no contexto histórico da produção, cuidando de detalhes como entonação de voz e postura em cena. Paralelamente ao seu trabalho na série, Sam conquistou seu primeiro prêmio internacional como “Melhor Ator” no Berlin Film Awards, pela atuação no curta-metragem Dor Sem Nome (2023).
Como foi tua participação na 13ª temporada da série “Reis”, da Record TV, interpretando Malkiel, um jovem guerreiro?
Malkiel foi meu primeiro trabalho na televisão, um sonho que eu tinha que se realizou. Foi uma experiência incrível fazer parte da última temporada de “Reis”. Trabalhei com uma equipe maravilhosa e aprendi muito com essa oportunidade.
Como foi a experiência? Foi o maior desafio na carreira?
Meu personagem tinha muitas camadas, um espírito guerreiro e uma sensibilidade escondida, que movia cada atitude dele. Foi bem intenso e ao mesmo tempo muito gratificante. Aprendi um pouco sobre espadas, como manusear, muitas lições nesse processo todo para construir o Malkiel. Foi um desafio muito inspirador.
Existe alguma semelhança entre Malkiel e Sam?
Acho que sim. Malkiel é destemido, sabe o que quer e vai atrás dos seus objetivos, e nesse aspecto acho que somos parecidos, também sou determinado e busco correr atrás daquilo que eu acredito.
Como conseguiste te aprofundar no contexto histórico da época, e estar atento a cada detalhe desde a entonação da voz até a postura em cena?
Tive uma preparação para isso. Contei também com o auxílio do coreógrafo de lutas Rodrigo Alex Moraes, que trabalhou comigo o manuseio correto da espada, além do tempo e movimentos cênicos. Como disse antes, estive com uma equipe maravilhosa que me ensinou muito.
O apoio da família foi, de certa forma, essencial para conquistas na carreira?
Minha família sempre foi o meu maior apoio. Eles nunca deixaram de acreditar no meu potencial, e isso fez toda diferença. Sou muito agradecido pela família que tenho.
No universo musical, colecionas composições que mergulham em reflexões sobre relacionamentos e temas que se conectam com o público. Onde buscas inspiração?
Quero que minhas músicas proporcionem uma experiência emocional genuína, fazendo as pessoas refletirem e sentirem algo verdadeiro. Busco criar algo autêntico que ressoe profundamente com quem as ouve.
O que a música representa na tua vida?
A arte deve ser uma expressão honesta, não apenas um produto comercial. A música é uma das minhas artes, das minhas paixões. Representa uma maneira de me expressar e despertar no outro um sentimento profundo e genuíno.
Com experiências que abrangem tanto o teatro musical quanto o audiovisual, quais os desafios que cada formato impõe?
Acho que cada formato tem suas peculiaridades. No teatro musical, precisa atuar, cantar e dançar ao mesmo tempo, o que acaba exigindo muito foco. No audiovisual, tudo é mais contido, e o ator precisa se expressar muito com as expressões faciais. São desafios diferentes que eu gosto muito de encarar.
Essa fase cantando em português veio para ficar?
Essa fase faz parte de mim e agora está sendo mostrada ao público. Mais do que uma fase para ficar, é uma fase para integrar e somar na minha carreira.
Como funciona o seu processo criativo?
Minhas músicas são uma extensão de mim e dos meus sentimentos. Acho que todo mundo tem histórias de amor ou uma desilusão amorosa para contar. Eu gosto de contar essas experiências em forma de música porque quem está ouvindo acaba se conectando muito com aquele som.